Você vende bem. O dinheiro some. E ninguém na sua empresa consegue explicar por quê.

Cresceu. Contratou. Montou estrutura. O problema continua.

O contador manda o relatório. Você abre, olha, fecha. Não bate com o que você vê no caixa. E você já parou de perguntar porque ninguém tem resposta.

O problema nunca está onde todo mundo está olhando. Está no lugar que ninguém parou para ver.

Descobrir onde está o problema

Para quem é a MIRA

Você faturou R$ 10, 20, 50 milhões. Construiu do zero. Mas a empresa cresceu mais rápido do que a estrutura aguentou.

Hoje você tem time, tem gerente, tem sistema. E mesmo assim tudo importante ainda passa por você.

O dia vira apagar incêndio. Você não consegue sair do operacional.

E no final do mês, você não sabe explicar os números.

Vendeu bem.
Mas não sobrou o que deveria.

Não é falta de dedicação. É falta de clareza sobre onde o dinheiro se perde.

A pergunta que ninguém responde

Quanto a sua empresa lucrou nos últimos 90 dias?

Não o que o contador mostrou. O lucro real: por produto, por cliente, por área.

O contador chega com o relatório: lucro. Você olha o caixa: negativo. E não entende porcaria nenhuma.

É ali que o dinheiro some. Todo mês. Em silêncio. Sem aparecer no relatório.

Isso tem nome. E tem solução. Veja o que encontramos quando alguém parou para olhar.

Três casos reais

R$ 1 milhão

em dois meses por um canal que não existia.

Clientes simulavam empréstimos, chegavam até a aprovação. E abandonavam.

Não era inadimplência. Era cliente interessado saindo no meio do caminho.

Receita escondida não precisa de novo cliente. Precisa de alguém que pare para olhar onde o cliente está sendo perdido.

Dois recursos realocados. Passaram a ligar para esses clientes, fechar as operações e identificar onde travava. Um processo criado do zero.

Em dois meses, mais de R$ 1 milhão em novos empréstimos por um canal que não existia antes. Sem novo sistema. Sem novo time. Sem investimento adicional.

A receita sempre esteve lá. Ninguém havia parado para olhar.

Meio milhão de reais.

Nenhum projeto entregue.

O time de TI não tinha braço. A operação capotando. Contrataram uma software house para resolver.

Vieram PM, PO, PMO. Reuniões, sprints, documentação. Seis meses. Meio milhão de reais. Nenhum projeto entregue.

A software house não entregou porque não tinha o que entregar. O problema estava antes dela. Ninguém conseguia dizer o que precisava ser feito.

Mapeamos a operação, identificamos o que estava travando tudo e definimos, junto com a empresa, o que precisava ser construído. Com o norte claro, o desenvolvimento andou. A operação voltou a funcionar.

A software house não falhou. Ninguém sabia o que pedir.

Um ano inteiro.

Comissão paga. Receita que nunca entrou.

Por mais de um ano, a receita de uma área inteira não crescia. Contratos subiam. Metas eram batidas. Bônus eram pagos. Havia comemorações.

A estrutura de comissionamento pagava 30% do bônus na assinatura. Os outros 70% viriam quando o cliente gerasse receita. O problema: implementar era responsabilidade do mesmo vendedor. E fechar um contrato novo era mais fácil, mais rápido, e pagava imediatamente. Então o vendedor fechava, recebia, e partia para o próximo.

Um ano de comissão paga. Um ano de brinde. Um ano de receita que nunca entrou.

Quando meu time cruzou os dados, o problema estava visível desde o início. Só faltava alguém parar para olhar o todo. A operação abafou — mas o problema foi nomeado, e quem precisava tomar decisão não pôde mais dizer que não sabia.

O problema não estava nas vendas. Estava no incentivo.

Quem faz isso

Anna Palazzo

Anna Palazzo

Construiu do zero uma administradora de consórcios regulada pelo Banco Central. Criou tudo que faz uma empresa financeira funcionar — estrutura financeira, análise de crédito, compliance, governança, dados, operações. Não terceirizou. Não supervisionou de longe. Fez.

Antes disso, Citi e Credit Suisse. Depois, Head de Operações numa fintech de crédito consignado.

Não é consultora que nunca operou. É a pessoa que já esteve onde você está — com responsabilidade real, dinheiro real, e problema real para resolver.

Engenharia de Computação, Unicamp · Economia, FGV

Se você se reconheceu em algum desses casos, o próximo passo é simples.

Todo mês que passa sem saber a resposta é um mês que não volta.

Como trabalhamos

Por onde começa todo projeto

Todo projeto começa pelo diagnóstico. Sempre.

Não contratamos projetos longos sem entender o problema primeiro. E o dono não contrata consultoria de 6 meses sem saber com quem está trabalhando.

Por onde começar

Modelo 01

Diagnóstico

3 a 4 semanas, projeto fechado

"O lucro sumiu e ninguém sabia por quê. Descobrimos que o fornecedor principal atrasava, o time comprava de emergência no caro, e o comercial continuava vendendo no preço antigo. Três áreas causando o mesmo buraco. Ninguém vendo o todo."

Entramos na empresa, olhamos os números, puxamos o carretel. Não paramos no sintoma financeiro. Vamos até a causa real, mesmo quando está em operação, atendimento ou comercial.

Entregamos o mapa completo: onde está o problema, por que está acontecendo e o que resolver primeiro. Não é relatório com recomendações. É o raio-X que mostra a doença, não só o sintoma.

O que você recebe: um documento com o diagnóstico completo, as causas reais identificadas e o caminho para resolver. Não recomendações genéricas. O mapa do seu problema específico.

Quero começar pelo diagnóstico →
Para quem já fez o diagnóstico

Modelo 02

Inteligência Financeira Mensal

Recorrente

"Vendi bem o mês passado mas o caixa fechou no vermelho. O contador disse que o mês foi bom. Ninguém na empresa sabe explicar."

Todo mês, analisamos os números de verdade. Não o que o contador entrega, mas o que está por trás. Lucro real por produto, quanto você ganhou de verdade em cada venda, previsão de receita, por que os números não batem.

Preparamos o material e apresentamos para o CEO e sócios. Não é mais uma planilha bonita. É quem faz você parar de decidir no escuro.

O que você recebe: análise mensal dos números reais, apresentada para o CEO e sócios. Você sai de cada reunião sabendo exatamente o que está acontecendo e o que decidir.

Quero entender esse modelo →
Principal diferencial

Modelo 03

Desenho da Engrenagem

6 meses, a empresa fica independente ao final

"Inadimplência em 18%. Consultoria financeira diz: inadimplência 18%. E daí? MIRA descobre: atendimento demora 3 dias para responder, processo de cobrança não existe, comercial vende para cliente sem crédito, ninguém é avisado quando vence. Quatro áreas, um número."

Entramos pelo financeiro, puxamos o carretel inteiro. O problema quase nunca é só financeiro. É operação, processo, atendimento, comercial. Áreas isoladas, cheias de pontas soltas, sem ninguém vendo o todo.

Projetamos a solução completa, montamos o protótipo e acompanhamos o time na construção. Em seis meses, a empresa fica independente.

Saímos.

O que você recebe: solução completa projetada, protótipo validado, time treinado e documentação. Em seis meses a empresa opera sem depender de consultoria.

Mês 1–2  ·  Imersão e arquitetura da solução
Mês 3–4  ·  Protótipo e acompanhamento do time
Mês 5–6  ·  Validação, treinamento e documentação
Quero conversar sobre esse modelo →

Fundadora

Anna Palazzo, fundadora da MIRA

Engenharia de Computação pela Unicamp. Economia pela FGV. Passou pelo Citi e pelo Credit Suisse antes de ir para o lado de cá — o das empresas que precisam funcionar.

Na Paketá, foi Head de Operações. Depois fundou a Eutbem, administradora de consórcios regulada pelo Banco Central. Construiu do zero: estrutura financeira, análise de crédito, compliance, governança, dados, operações. Não terceirizou. Não supervisionou de longe. Fez.

Esse é o ponto de partida da MIRA. Não análise financeira por cima. Trabalho dentro.

Eng. Computação, Unicamp Economia, FGV CPA-20 ANBIMA Citi Credit Suisse Paketá Eutbem, regulada pelo BACEN

Você chegou até aqui porque algo não fecha.

Você vende. A estrutura existe. A dedicação existe. E mesmo assim, no final do mês, não sobrou o que deveria.

A MIRA trabalha com poucas empresas por vez.
Não por modelo de negócio. Porque é assim que o trabalho funciona.

Esse problema tem localização. Tem causa. Tem solução.

A única coisa que falta é alguém parar para olhar.

Quero saber onde está o problema